Confesso que nunca vi tanto banqueiro a botar faladura. E ele é disparate sobre disparate! Falam e, o que dizem, preocupa-me. Como esta do «ai aguenta, aguenta!» Pois é... já nos tiraram a casa, já nos roubaram os móveis e agora querem-nos na rua... sem abrigo.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Manuel António Pina - Português Nasceu no Sabugal, 18 de Novembro de 1943 Poeta e Jornalista Recebeu o Prémio Camões O Medo Ninguém me roubará algumas coisas, nem acerca de elas saberei transigir; um pequeno morto morre eternamente em qualquer sítio de tudo isto.
É a sua morte que eu vivo eternamente quem quer que eu seja e ele seja. As minhas palavras voltam eternamente a essa morte como, imóvel, ao coração de um fruto.
Serei capaz de não ter medo de nada, nem de algumas palavras juntas?